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Mostrando postagens de Maio, 2018

Maravilhosos são vocês que estão mudando o mundo

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"A CEDS presta homenagem a Edith Colaço, uma inspiração na luta por um #RioSemPreconceito: "Maravilhosos são vocês que estão mudando o mundo" 17:22 - 26 de set de 2016"

https://twitter.com/hashtag/riosempreconceito CEDS Rio @CEDSRIO


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Dada a fragilidade na permanência dos registros no mundo virtual, decidi trazer para cá o que encontrei dessa participação histórica, independentemente do meu vínculo pessoal com a protagonista, na medida em que a sua participação foi espontânea, em todas as vezes que compareceu.

A atual gestão à frente da CEDS-Rio resolveu eliminar a página da Coordenadoria (http://cedsrio.com.br/site/noticias/2012-12/edith-colaco-mae-coragem-e-orgulho-aos-90-anos), apagando, assim, dados históricos que tem o dever constitucional de preservar. 
A única matéria sobre a Parada de 2012, no Rio de Janeiro, que …

A destruição de documentos como objetivo estratégico e indicador de desempenho: o caso do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro

Em várias postagens nesse blog é possível acessar minhas preocupações com a gestão de acervos e fontes (documentais e orais) em nosso país, notadamente quando digam relação às homossexualidades, aos LGBTIQ.
No dia dois de maio corrente (2018) foi publicado o número da revista Acervo, do Arquivo Nacional, cujo dossiê trata de diversidade. Nele contém um artigo de minha autoria onde retomo minhas reflexões sobre a temática.
Tem por título A destruição de documentos como objetivo estratégico e indicador de desempenho: o caso do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.E pode ser acessado aqui e aqui.


(http://www.revistaacervo.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/893)
(http://www.revistaacervo.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/download/893/908)

Morre Cláudia Celeste, atriz transformista precursora

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Faleceu ontem, de pneumonia, a atriz e cantora Cláudia Celeste, de 66 anos de idade.  Cláudia não era "apenas" uma artista estupenda e completa, capaz de sempre aprender novas tecnologias; era também um ser humano fantástico, generoso, dotado de incrível delicadeza e lealdade.  A conheci em um dos eventos por ocasião do Dia da Visibilidade Trans, promovido pela Coordenadoria Especial da Diversidade, da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, gestão Carlos Tufvesson. Ela me procurou porque desejava publicar um livro que resgatasse a trajetória das artistas transformistas. Na ocasião, disse-lhe, era-me impossível, pois encontrava-me em fase final do curso de doutorado, elaborando a escrita da tese. Tempos depois nos reencontramos e retomamos o projeto. Ela possuía profundo senso da necessidade de se preservar essas memórias. Conversamos diversas vezes, por telefone e pessoalmente. Ela me passou o material que já havia elaborado, chegamos a construir uma agenda de trabalho, ma…